Diariamente nos deparamos com notícias envolvendo nossas crianças e jovens em cenas de violências nas escolas, como brigas, ataques a professores, porte de armas, depredações e até mesmo assassinatos.
Nesta semana fomos surpreendidos por outra forma de violência, em que meninas, no Maranhão, se entregam a tapas no rosto com o objetivo de demonstrar coragem, como ritual de entrada no grupo. O mais assustador é que esse grupo recebeu o nome de “família”.
O Estado e a sociedade precisam agir imediatamente. Não podemos ficar assistindo tais cenas, passivamente, no conforto dos nossos lares. Precisamos partir para as discussões e ouvir mais os anseios dos jovens.
Algumas correntes defendem uma educação para a PAZ, baseada nos Direitos Humanos, em que acreditam que esta contribui para a formação das pessoas e as leva a pensar o mundo numa linguagem com significados múltiplos, o que implica permitir-lhes o acesso ao conhecimento e ao desenvolvimento da criticidade.
É preciso que as escolas insiram em seus currículos, projetos sobre Direitos Humanos, paz, família, direitos e deveres e outros temas relacionados, mas que sejam trabalhados com a mesma seriedade das outras disciplinas.
As meninas do Maranhão como todos os jovens do Brasil precisam passar por uma educação significativa, que promova a formação do ser humano em sua plenitude.
Devemos sempre nos lembrar que toda forma de violência constrange, humilha, leva o ser humano à opressão, ao medo, à intimidação e à falta de ética.
Por Lucieli

Corrigir estes jovens de uma forma sensata é o mínimo a ser feito no momento. Investir em novos programas de aprendizado ergueria uma base forte, que nutriria a sociedade brasileira dotando-a de virtudes que ao meu ver são imprescindíveis para qualquer ser humano, isto seria o próximo passo.
ResponderExcluirEducação é a base, ninguém discute, logo o debate se irrompe sobre a pergunta: cadê a verba? Pago ou não pago meus impostos para poder garantir um futuro digno amanhã? Que tal fazermos um corte cirúrgico em gastos desnecessários do governo?