
A partir de agora
discutiremos assuntos que nos levarão a refletir sobre a nossa contribuição
por uma sociedade mais pacífica. Para que aconteça a discussão fiquem à vontade para comentar.
Aqueles homens “bem apessoados”, com um certo “nível cultural
e acadêmico”, moradores de “bairro nobre” e “educados”, não tiveram tolerância
para o diálogo, a compreensão e o respeito. A desavença não parou nos
xingamentos. Logo o motorista que estava no interior de um dos veículos desceu
e derrubou o outro com murros e pontapés.
Com certeza, se um deles tivesse uma arma cometeria um
assassinato. Nem é preciso fazer julgamentos. Esse é um motivo muito torpe para
desencadear tanta violência. E essa é uma forma de violência que a cada dia
torna-se mais corriqueira.
Quem vê cenas violentas acontecendo diariamente, pode ser ao
vivo, pela TV, jornal, rádio, revistas, internet e outros meios, começa a agir
e pensar que essas ações são normais.
Não podemos aceitar atitudes violentas com naturalidade.
Qualquer tipo de violência contra o ser humano ou a natureza deve ser
repudiado.
O estresse do dia a dia, a luta por salários melhores, por afirmação no trabalho e na sociedade tem alterado valores na família. Hoje os pais já não dedicam tanto tempo para os filhos, porque precisam trabalhar para oferecer um futuro melhor ou mesmo para assegurar a sobrevivência.
A transferência da educação dos filhos para as creches, babás, escolas, televisão, jogos, sites não recomendados, resulta na formação de indivíduos que já não trazem os valores de respeito ao próximo, de solidariedade, de compreensão, de tolerância...
Hoje, grande parte das escolas públicas estão oferecendo tempo integral aos seus alunos. Isso não basta. A família precisa estar organizada para oferecer segurança aos seus filhos e a escola precisa oferecer educação de qualidade, para que seus alunos tornem-se também em homens de bens, preocupados com o bem-estar da sociedade, e acima tudo, homens tolerantes. Todas estas observações são óbvias, porém as atitudes violentas continuam crescendo, principalmente na população jovem.
É necessária e urgente a ampliação de investimentos em educação, com prioridade para as séries iniciais até o ensino médio. Não entraremos em detalhes sobre a importância da educação superior para o desenvolvimento da nação.
O estresse do dia a dia, a luta por salários melhores, por afirmação no trabalho e na sociedade tem alterado valores na família. Hoje os pais já não dedicam tanto tempo para os filhos, porque precisam trabalhar para oferecer um futuro melhor ou mesmo para assegurar a sobrevivência.
A transferência da educação dos filhos para as creches, babás, escolas, televisão, jogos, sites não recomendados, resulta na formação de indivíduos que já não trazem os valores de respeito ao próximo, de solidariedade, de compreensão, de tolerância...
Hoje, grande parte das escolas públicas estão oferecendo tempo integral aos seus alunos. Isso não basta. A família precisa estar organizada para oferecer segurança aos seus filhos e a escola precisa oferecer educação de qualidade, para que seus alunos tornem-se também em homens de bens, preocupados com o bem-estar da sociedade, e acima tudo, homens tolerantes. Todas estas observações são óbvias, porém as atitudes violentas continuam crescendo, principalmente na população jovem.
É necessária e urgente a ampliação de investimentos em educação, com prioridade para as séries iniciais até o ensino médio. Não entraremos em detalhes sobre a importância da educação superior para o desenvolvimento da nação.
O jornal “O Globo” do dia 10.03.12 publicou um artigo de autoria do professor e senador Cristovam Buarque, com o título "Escolhas certas", em que ele pondera sobre o resultado de nossas escolhas e cita o destino da sociedade brasileira como resultado de escolhas realizadas no passado.
Peço licença para encerrar com um parágrafo do artigo
citado.
“ É preciso segurança contra a violência atual, mas ela será uma luta suicida se não fizermos a escolha correta de iniciarmos a construção de uma sociedade unificada, pacífica, ao invés de dividida e protegida [...] Uma ponte seria a adoção de uma geração de brasileiros, com toda ela em escola de qualidade, garantindo oportunidades para todos, criando uma sociedade com a produtividade do conhecimento e a consciência da paz e do respeito. Isto é preciso e é possível.”
A educação de base é o pilar de sustentação da
sociedade. O combate à violência só
surtirá efeito se iniciar pela educação.
Concordo plenamente. Inclusive falei sobre isso no meu TCC. O fato dos pais não participarem integralmente da educação dos filhos, como você disse, acaba por influenciar negativamente a formação do caráter.
ResponderExcluirNesse momento penso agora no desenvolvimento desencadeado pela educação de base. O país se beneficiária com isso, o mundo se beneficiária. Porque não? Conhecimento é a chave para o sucesso, todos nós sabemos disso. Falando agora em uma escala menor, as crianças bem condicionadas no presente, serão nossos guias no futuro, liderarão a sociedade antigamente corrupta e intolerante à maturidade utópica, tão filosófica e com esperanças de não estar tão distante que logo afirmo, ser parte de nossas vidas daqui poucos anos. Violência se combate com educação, preguemos isso!
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